Márcio, o primeiro poema ("de todo jardim...") me impressionou mto por sua originalidade, primeiro, depois por sua beleza, já em leituras subsequetes tão grande ou maior que aquela. Na minha opinião, um dos seus melhores poemas (considero-o mais belo que Monsanto, e acho difícil compará-lo a Joia).
é escritor, tradutor, ensaísta, artista sonoro e visual. Autor de quatro livros de poesia e ensaios, colaborou com os jornais O Globo, Jornal do Brasil e O Estado de Minas, além de ter obras suas traduzidas para oito idiomas. Foi ganhador da Bolsa Fundação Biblioteca Nacional e poeta residente em Monsanto, Portugal. É também editor da Confraria do Vento e curador do Cidade aTravessa, encontro realizado nas cidades de Lisboa, Rio de Janeiro e São Paulo. Poeta experimental, com obras na área da poesia visual e sonora, da instalação e da performance, realizou trabalhos no Reino Unido, França, Espanha, Portugal, Ucrânia, Argentina, Peru, Canadá e Brasil. Apresentou-se em eventos como o Festival Silêncio, Balada Literária, Encontros de Interrogação, Encontro Internacional de Poetas da Universidade de Coimbra, Fórum das Letras, Marché de la Poesie e A palavra toda. Ao lado de Maria Bethânia, Zeca Baleiro e Edu Lobo, leu poemas no documentário e na videoinstalação Há muitas noites na noite, de Silvio Tendler. Realizou uma Conferência Poético-Radioativa (2007) na cidade fantasma de Chernobyl, na Ucrânia, tornando-se "o primeiro poeta radioativo do mundo".
Mais aqui: www.marcioandre.com
1 comentários:
Márcio, o primeiro poema ("de todo jardim...") me impressionou mto por sua originalidade, primeiro, depois por sua beleza, já em leituras subsequetes tão grande ou maior que aquela. Na minha opinião, um dos seus melhores poemas (considero-o mais belo que Monsanto, e acho difícil compará-lo a Joia).
Postar um comentário